800 - 2021-03-22T174154.646

Pressionado, Governo Federal volta atrás e imposto de importação de bicicletas terá redução de apenas 10%, saindo de 35 para 31,5%

Entenda por que alíquotas mais baixas são melhores para todos os segmentos do mercado de bicicletas

No último mês de fevereiro, o mercado de bicicletas teve uma conquista importante: o Diário Oficial da União publicou uma medida que define a volta da alíquota original do imposto de importação de bicicletas no Brasil, de 35% para 20%. Menos de um mês depois, nesta quarta (17/03) a decisão foi revogada pelo Gecex (Comitê Executivo de Gestão) da Camex (Câmara do Comércio Exterior) por pressão de senadores do Amazonas. A alíquota terá uma redução de apenas 10% sobre o número atual, saindo de 35% para 31,5%.

A Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike) considera essa decisão um retrocesso para a economia nacional. Nesta nota, a entidade aponta os motivos pelos quais se posiciona contra o cancelamento da medida que já havia sido anunciada.

NOTA AO MERCADO DE BICICLETAS

A Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike), que conta hoje com mais de 110 associados entre fabricantes e montadores, distribuidores, importadores e lojistas, é favorável a todas as medidas que ampliem o acesso de brasileiros e brasileiras a bicicletas melhores e mais baratas. Em linha com este princípio, reduzir a carga tributária do setor de bicicletas é um passo importante para tornar as bicicletas mais acessíveis à população.

Sem prejuízo aos argumentos elencados abaixo, a Aliança Bike, como é de conhecimento de todos, vem trabalhando incansavelmente pela redução de impostos de componentes que não são fabricados no Brasil, impactando positivamente toda a cadeia de montagem de bicicletas no país. Já conquistamos a redução de câmbios e cassetes e conquistaremos de 20 outros componentes, se tudo der certo.

A alíquota do imposto de importação aplicável às bicicletas inteiras é parte importante desta teia complexa de tributos e,  por este motivo, a Aliança Bike vem a público listar algumas das razões pelas quais defende a medida publicada pelo governo federal e cancelada nesta quarta-feira:

1) A alíquota normal do Imposto de Importação de bicicletas aplicável no Mercosul é de 20%. Em 2011, o Brasil inseriu as bicicletas na sua Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum do Mercosul (LETEC) para aumentar unilateralmente esta alíquota para 35%, atendendo a um pedido de uma empresa. A inclusão de produtos na LETEC é uma medida temporária e excepcional. Ela gera distorções dentro do Mercosul. Neste caso, a diferença entre a alíquota aplicável no Brasil e nos demais países membros do bloco resultou em importações anuais de 4 milhões de bicicletas pelo Paraguai, um país que tem uma população de 7 milhões de habitantes. Ou seja, boa parte das bicicletas importadas pelo Paraguai têm o Brasil como destino de forma criminosa por meio de descaminho.

2) A alíquota de 35% atualmente aplicada pelo Brasil às bicicletas é a mais alta do mundo, sendo o limite máximo estabelecido pela OMC (Organização Mundial do Comércio) e superior à aplicada a produtos supérfluos como bebidas alcoólicas e cigarros. Mesmo 20% já é uma alíquota mais alta do que a média mundial. No quadro abaixo, ilustramos as alíquotas médias aplicáveis às bicicletas nos principais mercados do mundo e em mercados comparáveis ao brasileiro em termos de desenvolvimento econômico:

País/blocoTarifa média (8712.00)
China14,4%
Estados Unidos8%
União Europeia14,5%
África do Sul7,5%
Argentina20%
Índia20%
México15%

Já no quadro abaixo, ilustramos as tarifas aplicáveis no Brasil a outros produtos muito menos essenciais do que a bicicleta:

ProdutoNCMTarifa
Cerveja220320%
Vinho220420%
Uísque2208.30.2020%
Charuto2402.10.0020%
Cigarro2402.20.0020%
Cartas de jogar9504.40.0020%

3) Conforme demonstrado nos cálculos apresentados à CAMEX e resumidos nas tabelas abaixo, mesmo com uma alíquota de 20%, os produtores nacionais, especialmente os localizados em Manaus, continuam contando com um alta barreira tarifária e vantagens tributárias suficientes para sua proteção.

Nas duas tabelas abaixo, que já consideram a alíquota normal de 20%, assumimos que o valor da bicicleta acabada seria de R$ 230,00. No caso das bicicletas fabricadas no Brasil, consideramos que o valor das partes e peças importadas seria de R$ 100,00, o valor agregado pelas operações industriais realizadas no Brasil seria de mais R$ 100,00 e a margem de lucro do fabricante seria de R$ 30,00.

Conforme se verifica da tabela, se o preço das bicicletas antes de tributos for similar, a bicicleta produzida em Manaus chegará aos consumidores por um preço bastante inferior aos das bicicletas importadas e das produzidas em outros pontos do território nacional.

Estimativa de impostos na importação de partes e peças para industrialização ou de bicicletas acabadas para comercialização, elaboração própria

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 1.png

Estimativa de impostos na venda de bicicletas pelos industriais a empresas comerciais atacadistas, elaboração própria

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 2.png

O quadro acima demonstra com clareza que as vantagens tributárias das empresas do Polo Industrial de Manaus são muito significativas e que a exclusão das bicicletas da LETEC não inviabilizaria as atividades das referidas empresas, visto que as bicicletas importadas continuariam sujeitas a uma carga tributária bastante superior à aplicável às bicicleta nacionais.

4) Mesmo com uma alíquota de 20%, aplicável antes de 2011, a importação de bicicletas inteiras nunca representou uma “ameaça” para a indústria nacional. Antes da elevação da alíquota para 35%, o maior volume de importação de bicicletas inteiras foi de pouco mais de 370 mil unidades em 2011. Sendo que, no mesmo ano, o Brasil produziu 4,65 milhões de bicicletas. Ou seja, o volume de bicicletas importadas não chegou sequer a superar 8% do volume total de bicicletas produzidas no país.

5) Apesar de a alíquota do Imposto de Importação ter permanecido elevada de forma excepcional por 10 anos, a empresa que pleiteou esta medida e seus pares localizados em Manaus não se tornaram mais competitivos e  não desenvolveram tecnologia.

Em 2011, o Brasil produziu 4,65 milhões de bicicletas e em 2019 produziu 3,8 milhões, ou seja, 850 mil unidades a menos. Ainda em 2011, o Brasil exportou 3 mil bicicletas e, em 2019, foram exportadas 22 mil unidades, sendo estas exportações concentradas por produtores localizados em São Paulo (48%), Minas Gerais (26%), Santa Catarina (12%) e Paraná (11%). O Polo Industrial de Manaus não exportou nenhuma bicicleta. O PPB (Processo Produtivo Básico) de bicicletas foi afrouxado para permitir a importação dos principais componentes que exigem desenvolvimento de tecnologia.

Ou seja, se a elevação da alíquota servisse para permitir o desenvolvimento da competitividade das empresas sediadas em Manaus, elas teriam passado a exportar e a produzir componentes de alto valor agregado, aumentando significativamente o número de empregos gerados, o que não ocorreu.

6) A fake news dos empregos. Foram veiculadas informações de que a medida do governo federal iria acarretar em uma perda de mais de 4 mil empregos no Polo Industrial de Manaus (PIM). Alguns falaram até em 30 mil empregos! Entretanto, de acordo com dados da RAIS/Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (Ministério da Economia), as empresas de bicicletas localizadas no PIM geram 1.004 empregos diretos dos 8.000 existentes na indústria de bicicletas espalhada pelo país. Apenas o Estado de SP gera 3.781 empregos diretos na atividade de indústria de bicicletas.

Não há nenhum elemento probatório que indique que o PIM demitiria as mil pessoas contratadas atualmente. Mesmo com a alíquota um pouco mais justa, o Polo de Manaus continuará importando com imposto de importação de 1,92%, continuará com isenção de IPI e de outros tributos, permanecendo com enorme vantagem competitiva sobre as demais empresas sediadas no restante do país. A alíquota excessiva de 35%, portanto, serve apenas para aumentar o lucro de algumas poucas empresas em detrimento do acesso da população a este produto essencial que é a bicicleta.

7) Ainda sobre empregos, quem se beneficiaria diretamente com bicicletas mais acessíveis à população são as lojas de bicicletas. Estas representam o setor que mais emprega no Brasil, com 15 mil empregos diretos. Ou seja, a medida publicada pelo governo federal vai gerar mais empregos, exatamente onde mais se emprega hoje.

8) Bicicletas mais baratas para o consumidor final. Esse é o principal objetivo da medida, tornar as bicicletas mais acessíveis aos brasileiros e estimular o consumo e o uso delas. Em consulta aos associados da Aliança Bike, a volta da alíquota para o patamar original de 20% representará uma redução de pelo menos 11% no preço final da bicicleta.

Faixas de consumoUtilizaçãoEconomia sentida pelos consumidores
Classes C, D e EMobilidade e entregadoresEconomia de R$ 110,00 em uma bike de R$ 1 mil
Classes A e BMobilidade, passeio e lazerEconomia de R$ 440,00 em uma bike de R$ 4 mil
Atletas e Ciclistas AmadoresEsporte e lazerEconomia de R$ 880,00 a R$ 1.650 em bikes que variam de R$ 8 mil a R$ 15 mil
Atletas e Ciclistas ProfissionaisCompetiçãoEconomia de R$ 6.600,00 em bikes de R$ 60 mil.

9) Taxa de câmbio (dólar) com impacto negativo para o setor. Como se não bastasse a alíquota mais alta do mundo de 35% de imposto de importação, o mercado como um todo tem sofrido com a alta do dólar. Considerando que mais de 90% de todos os componentes de uma bicicleta são importados, a alta do dólar impacta diretamente no preço para o consumidor final, pois importadores e montadores são obrigados a repassar aos consumidores a diferença de câmbio. A volta da TEC de 35% para 20%, sua alíquota original, seria uma forma de compensar parcialmente os efeitos negativos da alta do dólar para o setor de bicicletas. Não obstante, o próprio frete marítimo, desde o início da pandemia, quintuplicou de valor, o que também tem afetado negativamente as importações.

Por todos os motivos citados, a Aliança Bike se posiciona reiteradamente a favor de toda e qualquer medida que torne o preço da bicicleta mais acessível à população brasileira.  A Aliança Bike acredita que as políticas tributárias precisam ser justas para empresas localizadas em todas as partes do Brasil.

800 - 2021-03-22T155507.087

Specialized lança nova sapatilha híbrida para pedalar e caminhar

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-22T155427.759.jpg

Se você está à procura de um par de sapatilhas de montanha capazes, resistentes e versáteis, você já as encontrou: a família Rime, que conta com a chegada da novíssima versão Rime Flat. Elas vêm com um monte de marcas registradas da Body Geometry comuns a todas as nossas sapatilhas, além de outras tecnologias fantásticas, como o sistema de gerenciamento de água X-PEL™ e uma cobertura que minimiza a absorção de água enquanto melhora o tempo de secagem drasticamente, enquanto a sola externa de borracha SlipNot™ e um ‘fit’ relaxado equilibram o controle no pedal com conforto fora da bike.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-22T155602.702.jpg

Pedal? Trilha? Faça os dois. 

Pedale, caminhe, escale, guie, explore. Para ciclistas que pedalam e caminham, escalam e pedalam, ou simplesmente se aventuram pelas trilhas, criamos a Rime Flat. 

Pedalar na natureza, na montanha, no deserto, e em qualquer lugar afastado, inevitavelmente significa que você terá que empurrar a bike em algum momento. Isso não é novidade. Na verdade, é parte do plano. Nós fizemos a Rime Flat para se encaixar nessa rota, nossa primeira sapatilha especificamente desenhada com a trilha em mente. Sua sola de borracha proprietária ‘SlipNot™ SuperTacky’ foi desenvolvida para obter o equilíbrio perfeito entre a tração no pedal e o conforto para a caminhada, então não importa onde a trilha te leve, a Rime Flat sempre se encaixará perfeitamente. 

Para todas as seções “empurra-bike” a Rime Flat vem equipada com uma sola especificamente projetada para se articular e se adaptar a terrenos íngremes. Porque caminhar faz parte da aventura.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-22T155528.099.jpg

Rime Flat é Body Geometry

Ergonomicamente projetada, cientificamente testada. Sapatilhas Body Geometry são a chave para melhor transferência de potência, mais conforto e menos lesões. Nossos Arco Longitudinal, Botão Metatarso e Cunha Varus alinham os quadris, pés e joelhos, enquanto limitam a rotação lateral dos joelhos, e mantêm boa circulação sanguínea até a ponta dos dedos dos pés. 

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-22T155507.087.jpg

Proteja seus dedos

Proteger o seu pé é importante em qualquer pedalada, mas quando a aventura aponta para o desconhecido, manter os dedos dos nossos ciclistas seguros é de suprema importância. A Rime Flat possui uma seção moldada por injeção que ajuda a proteger os seus dedos contra obstáculos imprevistos quando subindo em pedras soltas, ou descendo em trilhas cobertas de mato no meio da natureza selvagem. Nós não esperamos que uma aventura seja fácil, mas ninguém disse que ela deveria ser dolorida 

Um novo olhar recheado de tecnologia  

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-22T155441.832.jpg

Como as primeiras sapatilhas híbridas da Specialized, desenhadas para caminhadas e também pedaladas na trilha, nós concebemos uma estética que flerta tanto com o estilo casual do ciclista quanto com as exigências do terreno da aventura que está por vir. Seja em longas viagens no interior, em um passeio de fim de tarde nas trilhas locais, ou para dar uma passada no seu café preferido, a Rime Flat nunca está deslocada. 

O cabedal de malha soldada e TPU elimina costuras e é projetado para maior durabilidade.

Atire-se em todos os terrenos e desafios que você possa imaginar com a Rime Flat, ela foi construída para performar estação após estação nas condições mais brutais.

Construção em malha hidro-repelente x-peltm reduz a absorção de água e melhora drasticamente o tempo de secagem.

Sinta-se livre para cruzar aquele córrego profundo. As suas Rime Flat vão secar em um instante, te mantendo confortável e seguro pelo resto da trilha.

Sola intermediária acolchoada de EVA para conforto e absorção de impacto, com uma camada dedicada à estabilidade e absorção de impacto.

Quando a coisa complica na trilha, a Rime Flat absorve as vibrações enquanto fornece tração e firmeza no pedal para um máximo controle e conforto.

 Cores: Preto e Branco/Montanha 

• Disponível em Junho no Brasil

800 - 2021-03-19T175921.047

Luvas para mountain bike e ciclismo de estrada: conheça os lançamentos mundiais da Giro, já disponíveis no Brasil

Novas luvas Trixter e Havoc trazem tecnologias exclusivas e são indicadas a várias modalidades

Com tecnologias exclusivas, ainda mais reforçadas e confortáveis para o uso no mountain bike e estrada, a Giro acaba de lançar mundialmente dois modelos de luvas de última geração: as luvas Giro Havoc, para mountain bike, e Giro Trixter, para ciclismo de estrada ou mountain bike. Com designs modernos e compatíveis com telas touchscreen, elas já estão disponíveis no Brasil, com distribuição exclusiva da Isapa.

A Havoc e a Trixter são resultado de pesquisas do corpo de engenharia da marca norte-americana, aliadas a feedbacks vindos de atletas e entusiastas do ciclismo em várias partes do mundo.

Confira a seguir os detalhes e diferenciais de cada uma.

Giro Havoc: alta proteção e tecnologias para quem busca diversão no mountain bike

A luva Giro Havoc é uma nova solução para o perfil de ciclista que está se formando, e crescendo pouco a pouco, no Brasil: adeptos do enduro e ciclistas que buscam diversão nas trilhas ou pedalam em bike parks, lugares cada vez mais procurados por entusiastas das modalidades de MTB.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-19T175617.102.jpg
Luva Giro Havoc

“Dentro deste contexto e deste perfil de ciclistas, a Giro identificou a necessidade de oferecer uma luva mais forte, que fosse menos minimalista no desenho e no formato. Com a Havoc foi possível chegar a esse objetivo, e o resultado foi uma luva que promove bastante aderência à bike, somada à alta proteção”

garante Gilberto Alves Nunes, analista de produtos da Isapa, distribuidora oficial da Giro.

O design foi projetado a partir de uma peça única que oferece um caimento e ajuste precisos para dar ainda mais conforto em qualquer modalidade de mountain bike. O fechamento da Havoc é através de um velcro, com poder de ajuste preciso. E, para dar uma sensação de estar sem luvas, ela foi projetada sem acolchoamento na palma da mão, mas isso não quer dizer que impacte no seu conforto.

Luva Giro Havoc

Luva Giro Havoc

Leve e macia, conta com pontos emborrachados para mais proteção contra impactos frontais e é fabricada em diversos tecidos diferentes. A palma tem um formato pré-curvado, sem costuras, feito com uma microfibra flexível, bastante respirável e muito aderente, a AX Suede® – ideal para eliminar o excesso de tecido na palma da mão, contribuindo para mais “pegada” e conforto no guidão. Essa tecnologia permite que, mesmo sendo uma luva muito fina, ofereça bastante resistência, mais respirabilidade e elimine o suor mais rápido por conta da sua palma toda microperfurada.

Já a parte superior é feita a partir de uma malha de material exclusivo desenvolvido pela Giro, o Ariaprene® Mesh. Como se fosse uma segunda pele, também é bastante respirável e muito resistente a rasgos. E conta com revestimento de articulação TPR, que simboliza uma proteção a mais contra a exposição e perigos nas trilhas.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-19T175921.047.jpg
Luva Giro Havoc

Para finalizar, a Giro Havoc é compatível com telas touchscreen, que permite que você interaja com seu celular, ciclocomputador ou GPS durante as pedaladas. Ou seja, não é mais necessário tirar as luvas para permanecer conectado ou gerenciar algum aplicativo em cima da bike.

Disponível em 2 cores na versão masculina e uma na versão feminina, a luva Giro Havoc tem valor sugerido de venda a partir de R$ 329,00.

Giro Trixter: extremo conforto com tecnologia de ponta exclusiva

Indicada para quem pratica MTB e também o ciclismo de estrada, a nova luva Giro Trixter é um modelo unissex, com um design minimalista que oferece ajuste anatômico. É um modelo leve e confortável, totalmente perfurado e bastante ventilado. A novidade segue a mesma linha da Havoc, com palma construída em uma peça única, mas com um punho ainda mais minimalista: sem velcro, em tecido Slip-On Lycra® e de ajuste perfeito, super fit – é só vestir a luva e pedalar, já que ela se encaixa organicamente a mãos e punhos.

Luva Giro Trixter
Luva Giro Trixter

“A Trixter é uma opção recheada de tecnologias e outros atributos que vão contribuir com o aumento da performance e aderência à bike. É uma ótima solução pra quem quer uma luva leve para competir, ou gosta de fazer treinos mais pegados, longos e intensos”

explica Gilberto.

Um dos grandes diferenciais da Trixter é a tecnologia AX Bolt®, um tecido que fica entre os dedos, como se fosse uma micro tela, muito resistente e que permite a respiração entre eles – algo jamais visto em outras luvas, perfeito para quem pedala em climas quentes e transpira bastante.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-19T174625.099.jpg
Luva Giro Trixter

O tecido AX Bolt® ainda conta com o auxílio da tecnologia InstaChill®, microfibra à base de plantas, que impede a proliferação de microrganismos. Ele tem o poder de resfriar a pele quando fica muito úmida, sendo uma solução ideal para dias quentes. Ou seja, favorece muito o conforto através uma rápida e eficiente absorção do suor sem deixar aquela sensação pesada na mão ao pedalar.

O conforto também está ligado ao Super Fit Engineering®, outro sistema exclusivo da Giro que garante uma costura cuidadosa e milimetricamente projetada. Ao mesmo tempo, ele potencializa a aderência e pegada na bike.

Luva Giro Trixter
Luva Giro Trixter

Assim como a Havoc, a Giro Trixter possui a palma da mão em formato pré-curvado que proporciona mais conforto e segurança na pegada da manopla.

Totalmente micro perfurada ao longo de toda superfície, ela também possui tecnologia touchscreen nas pontas de todos os dedos, permitindo que você se mantenha conectado e utilize as telas dos seus dispositivos sem a necessidade de tirar as luvas.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-19T174526.888.jpg
Luva Giro Trixter

A luva Giro Trixter está disponível no Brasil em 4 cores e 5 tamanhos. Seu preço sugerido de venda é a partir de R$ 169,00.

Lançamentos mundiais da Giro, os dois modelos já estão disponíveis no Brasil através da Isapa e podem ser encontrados nas melhores lojas físicas e revendas online.

800 - 2021-03-22T144433.614

Giugiu Morgen volta a brilhar com vitória no Grangiro MTB

No último domingo, dia 14 de março, a petropolitana Giuliana Morgen, atleta da Sense Factory Racing, mais uma vez pode sentir o gostinho da vitória. Isso porque, depois de passar quase 5 meses longe das competições, a atleta alinhou na largada e acelerou com força total para vencer o Grangiro MTB, competição de Mountain Bike Maratona realizada na cidade fluminense de Búzios.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-22T144433.614.jpg

“Nos últimos meses, com todas as provas suspensas e depois de um fim de ano intenso, foquei na reconstrução. E posso dizer que estou muito feliz com o resultado”

comentou Giugiu. 

Sem competir desde outubro, quando sagrou-se campeã brasileira de Mountain Bike Short-Track (XCC), correndo contra a elite do esporte nacional, Giugiu Morgen aproveitou o Grangiro para mostrar que, apesar do tempo sem competições por conta da pandemia da Covid-19, sua preparação segue forte como sempre. 

Saudades de acelerar

Na competição realizada em um percurso de 60km, com poucas subidas e muito vento, mais uma vez a atleta dominou suas adversárias. Na categoria pro, ela fechou em primeiro lugar, com o tempo de 2h24m05s, superando a segunda colocada por uma margem de quase 10 minutos. 

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-22T144411.447.jpg

De quebra, ela ainda ganhou a competição Desafio Sprint do Strava no Grangiro, que premiou os atletas mais rápidos em um dos trechos cronometrados da prova.

“Na primeira parte, andamos em um percurso de 40 quilômetros, passando por algumas trilhas bem legais. Depois dessa volta, fomos para a maior subida da prova, para depois repetir algumas partes do trajeto anterior, somando mais 20 quilômetros, para completar 60”

explicou a atleta. 

O belo trajeto em Búzios foi idealizado por Ruy Avancini, pai do petropolitano Henrique Avancini, atualmente uma das maiores estrelas do mountain biking no Brasil, e vencedor da competição na categoria Masculino Pro. 

No percurso, algumas subidas curtas e inclinadas nas partes iniciais serviram de porta de entrada para uma passagem pela bela Praia do Peró, com um trecho final em alta velocidade. 

“No começo, imprimimos um ritmo forte, até conseguir me encaixar em um pelotão com o ritmo certo. Segui com esse grupo até 15 quilômetros da chegada, quando apertei o ritmo para melhorar ainda mais meu tempo”

complementou Giugiu.  

Especialista em cross-country olímpico é destaque na maratona

Para Giugiu, cuja especialidade é o cross-country olímpico (XCO), provas de maratona (XCM) como o Grangiro não deixam de ser uma ótima maneira de se divertir e testar as pernas, principalmente em um cenário escasso de competições. 

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-22T144352.472.jpg

No XCO, os atletas correm em circuitos mais curtos e técnicos, dando algumas voltas em um trajeto que costuma ter cerca de 4 quilômetros de extensão. Na maratona, apenas uma volta é realizada, em um trajeto muito mais longo.

“Maratona é bom para testar. Foi bem legal me sentir bem novamente, e a região aqui é muito bonita. As trilhas estavam muito divertidas e, apesar de não ter muitas subidas, tivemos várias curvas e raízes, em um circuito bem de praia, com um piso que não era lama, mas também não era areia”

complementou. 

“Para mim, o maior desafio foi o vento, que em algumas partes estava contra e eu não estou tão acostumada com essa característica, mas eu curti bastante. Além de poder competir, fico muito feliz em ganhar uma prova em Búzios, uma cidade tão especial para mim”

finalizou Giugiu.

Por conta da epidemia do Coronavírus, o calendário de Giugiu ainda é bastante incerto. Porém, o principal objetivo da ciclista para este ano ainda é o Campeonato Mundial de MTB XCO 2021, competição que segue confirmada para Agosto, em Val di Sole, na Itália.  

Para mais informações, acompanhe a Giugiu em seu site oficial ou em suas redes sociais:

Facebook

Instagram

800 - 2021-03-18T172143.683

UCI Gran Fondo Rio 2021 é adiada para agosto

Evento foi postergado para o dia 01º de agosto


Em respeito à saúde dos participantes de 78 municípios brasileiros e baseados nas diretrizes e recomendações dos órgãos de controle em relação à evolução da pandemia do COVID-19 nestas cidades, a organização da UCI GF Rio 21 concluiu que o adiamento é a decisão mais racional e segura a ser tomada neste momento. 

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-18T172143.683.jpg

Por este motivo, o evento UCI GF Rio 21 será transferido de 30 de abril a 2 de maio de 2021 para 30 de julho a 01 de agosto de 2021. As inscrições realizadas até o momento serão válidas para a nova data sem qualquer custo adicional. O percurso do Gran Fondo (115km) e Médio Fondo (77km) serão os mesmos. 

Dúvidas podem ser esclarecidas pelo email imprensa@gfriodejaneiro.com.br.

Serviço:

➔ Evento: UCI Gran Fondo Rio de Janeiro 2021

➔ Gran Fondo: distância de cerca de 115 km (1.257m de altimetria acumulada)

➔ Medio Fondo: distância de cerca de 77 km (907m de altimetria acumulada)

➔ Data: largada às 6h, em 1 de agosto

➔ Largada: Marina da Glória, no Aterro do Flamengo

➔ Chegada: Pontal, no Recreio dos Bandeirantes

➔ Expo: de 30 de julho a 1 de agosto, no Recreio dos Bandeirantes

  • 30 de julho  – 10h às 22h
  • 31 de julho – 10h às 20h
  • 1 de agosto – 10h às 14h

➔Inscrições: https://www.ticketagora.com.br/e/GRAN+FONDO+RIO+DE+JANEIRO+2021-31235

800 - 2021-03-18T165828.917

Mais de R$ 15 mil: Desafio Mecânico 2021 define premiação

Em formato de reality show, evento tem como principal objetivo valorizar os profissionais de mecânica de bicicleta

Cheio de novidades para este ano, a começar pelo formato reality show, o Desafio Mecânico 2021 já tem definida a premiação que será entregue nesta edição. Ao todo, serão mais de R$ 15 mil em prêmios – entre kits de ferramentas profissionais Park Tool para o primeiro e segundo colocados -, além de brindes exclusivos a todos participantes selecionados.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-18T170121.804.jpg

Esta será a terceira edição da competição, que consagra o melhor profissional de mecânica do Brasil, ao mesmo tempo que gera mais visibilidade ao segmento já tem como tradição a boa curadoria e seleção de prêmios.

Além da premiação, fundamental em qualquer tipo de torneio, a pessoa que conquistar o primeiro lugar receberá o status de melhor mecânico de bicicletas do país.

Confira a seguir os prêmios do Desafio Mecânico 2021.

1º lugar: Kit de Ferramentas Park Tool PK-5

Quem se consagra como o melhor ou a melhor profissional de mecânica do Brasil merece um prêmio de acordo com essa posição. Por isso, quem provar isso ao longo da competição vai levar o Kit de Ferramentas Park Tool PK-5 para montar a oficina dos sonhos. O kit tem valor de venda no Brasil de aproximadamente R$ 10 mil.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-18T165828.917.jpg

O PK-5 é um conjunto profissional extremamente versátil, que inclui mais de 90 das principais ferramentas usadas em oficinas. Ou seja: é quase um item imprescindível para os melhores mecânicos de bike. Além de contar com o selo Park Tool de qualidade, conhecida mundialmente pelos produtos específicos para mecânica de bicicletas.

De acordo com as principais referências em manutenção de bikes no mundo, o PK-5 dá a possibilidade ao profissional de executar os principais ajustes e procedimentos em uma oficina. É uma solução que, por si só, vai otimizar a vida do mecânico dentro da oficina.

2º lugar: Kit de Ferramentas Park Tool AK-5

A pessoa que for eleita pela comissão julgadora vice-campeã do Desafio Mecânico 2021 também vai levar pra casa uma ótima gratificação. É o Kit de Ferramentas Park Tool AK-5, com valor de venda no Brasil de cerca de R$ 3 mil.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-18T165849.341.jpg

Com 36 ferramentas, ele vem numa caixa bem resistente, sendo ideal para serviços de manutenção e limpeza básicas. Assim como vários pequenos reparos e ajustes em diversas bicicletas diferentes. É um prêmio pelo reconhecimento como segundo melhor mecânico do Brasil e um incentivo para quem quer começar da melhor maneira a sua coleção de ferramentas profissionais.

Para todos os participantes: Kit de limpeza Algoo

Todos os 16 participantes do Desafio Mecânico receberão prêmios: levarão pra casa um kit exclusivo de produtos de limpeza da marca brasileira Algoo, que contará com algumas das principais soluções disponíveis no mercado.

A marca brasileira possui diversos produtos biodegradáveis e ecologicamente corretos, com soluções a um excelente custo X benefício, tanto para ciclistas quanto para profissionais de mecânicas.

Para se inscrever

Para participar e disputar os prêmios, porém, é preciso se mostrar suas aptidões. As inscrições para o Desafio Mecânico 2021 estão abertas até o dia 30 de março. Cada candidato deverá enviar um vídeo se apresentando e executando a manutenção em uma bicicleta, ao mesmo tempo.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-18T170046.645-1.jpg

Uma comissão julgadora irá selecionar os 16 melhores para participar da competição. Confira as regras e inscreva-se no link: http://bit.ly/2Mgvh3P.

Formato do Desafio Mecânico 2021

Todo o processo será em sistema eliminatório, como o mata-mata de competições esportivas. Na primeira etapa, os 16 participantes selecionados para a competição serão divididos em 8 duplas. A partir daí, passam somente 8 à fase seguinte, em que formarão outras 4 duplas. Os 4 melhores dessa etapa avançam para a semifinal e os ganhadores desta fase vão competir para decidir, na grande final, quem é o melhor profissional de mecânica de bicicletas do Brasil.

Para entender melhor como funciona a dinâmica da competição, acesse Desafio Mecânico

Competição será transmitida via YouTube

Assim que encerradas as inscrições, a competição terá sua data de início anunciada e, semanalmente o reality show Desafio Mecânico será exibido no canal de YouTube do Desafio Mecânico.

Neste ano de 2021, o Desafio Mecânico tem a idealização e realização da Escola Park Tool, Trip Mídia Cine e conta com o apoio das empresas Algoo, Alligator, Kenda Magura, Manitou e Park Tool.

Serviço

Inscrições válidas até dia 30 de março;

Site oficial do Desafio Mecânico: https://www.desafiomecanico.com.br/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCvj6IIZEiQUHtoKkK8Bbltw

Instagram: https://www.instagram.com/desafiomecanico/

Facebook: https://www.facebook.com/desafiomecanicooficial

800 - 2021-03-18T154524.675

Novo S-Works Prevail II Vent: cabeças frescas prevalecem

Specialized apresenta seu capacete de ciclismo mais ventilado e rápido

Cabeças frescas sempre prevalecerão, e é por isso que o novo S-Works Prevail II Vent é o capacete mais ventilado que já fizemos. Seu enorme  poder de ventilação ajuda a regular melhor a temperatura do seu corpo, mantendo-o mais fresco, para que você esteja sempre pronto quando o seu pedal esquentar.

Fluxo de Ar Contínuo 

Pegamos tudo que o S-Works Prevail II estava fazendo certo e fizemos ainda melhor.. Um dos maiores benefícios resultou da remoção de um total de sete “pontes” de espuma do centro e das laterais para criar canais de ventilação mais eficazes. Um aumento de 20%% nas áreas ventilad permite que o ar flua com mais eficiência por todo o capacete.

Canalizando o Frescor 

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-18T154524.675-1.jpg

Os canais expansivos do S-Works Prevail II Vent permitem que o ar flua pela sua cabeça 18%% mais rápido do que no Prevail II original. Quanto mais rápido o ar passa pela sua cabeça,, mais rápido o calor é removido de sua cabeça e mais fresco você permanece – isso é chamado de “transferência de calor por convecção”. Tudo somado ao capacete mais legal que já fizemos.. Sim,, nós fizemos a matemática.

A Escolha dos Prós

Não é por acaso que os melhores profissionais do mundo escolhem o S-Works Prevail II Vent,, que os mantém mais frescos para que possam pedalar mais forte.. A temporada de provas já começou e o S-Works Prevail II Vent será apresentado nas cabeças mais rápidas do pelotão.. Fique atento durante a temporada de 2021 para ter um vislumbre do capacete das equipes de ciclismo profissional Legion of LA,, SD Worx, Deceuninck – Quick-Step e BORA-Hansgrohe.

Inovar ou Morrer

Nossos engenheiros voltaram à prancheta para redesenhar completamente o esqueleto interno do capacete. Utilizando cordas de Aramida produzidas roboticamente, fomos capazes de aumentar a resistência interna e remover completamente as “pontes” de espuma do centro e das laterais, para criar canais de ventilação mais eficazes.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-18T154236.728.jpg

Bem-vindo à Família 

Mais ventilado (realmente)) é mais rápido.. Provamos isso com a S-Works Vent. Não apenas venceu algumas corridas, mas a regulação de temperatura substancialmente melhorada confirmou que estávamos no caminho certo. Então, pensamos, por que não unir nossas cabeças para desenvolver mais maneiras de manter os ciclistas relaxados sob pressão?

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-18T154156.495.jpg

Como se tudo isso não fosse o suficiente…

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-18T154212.296.jpg

O S-Works Prevail II Vent apresenta o sistema de fixação minimalista de “pulseira” do MIPS SL, proporcionando de 10 a 15 milímetros de rotação em todas as direções, oferecendo os mesmos benefícios de proteção cerebral que outras versões do MIPS. Exclusivo para o S-Works Prevail II Vent é um kit de almofada MIPS redesenhado com reforço ‘ripstop’ perfurado para respirabilidade aprimorada, criando um capacete com conforto contínuo e desempenho incomparável.

Proteção 5 Estrelas 

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-18T154139.431.jpg

O renomado laboratório de testes Virginia Tech Helmet Ratings deu ao capacete cinco estrelas, sua classificação mais alta.

Cores e Preço

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-18T154112.867.jpg

O novo S-Works Prevail II Vent tem três cores no Brasil e com o valor sugerido ao consumidor de R$2.279,00, já disponível nos melhores parceiros da Specialized.

Mais informações, acesse www.specialized.com.b

800 - 2021-03-18T150732.920

Reinventando a roda: As tecnologias da Zipp

Conheça nossas principais inovações tecnológicas para tornar você mais rápido

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-18T151137.857.jpg

Zipp está de volta ao Brasil com muitas novidades, representada oficialmente pela Proparts, que oferece produtos de qualidade e serviços de confiança há quase três décadas no país. 

A ‘Zipp Speed Weaponry’ nasceu em Indianápolis, nos Estados Unidos, em 1988, a partir da insatisfação do engenheiro Leigh Sargent ao examinar as rodas de ciclismo da época, observando o potencial para criar conjuntos com melhor design e mais rápidos. 

Especialista nos esportes a motor, Leigh passou a aplicar seu conhecimento de fabricação e design aerodinâmico de carros da Formula Indy 500, iniciando a revolução das rodas de ciclismo.

O primeiro produto da Zipp foi a roda disco (fechada), projetada em carbono, para sistemas de roda livre de sete velocidades, disponível em quatro cores. O equipamento foi projetado junto com as peças de corrida dos automóveis. O objetivo de cada um era o mesmo: criar ‘armas’ rápidas.
 
A evolução continuou e a Zipp apresentou em 1989 sua primeira roda de carbono de três raios, a Zipp 3000. Mas o reconhecimento mundial veio em 1990 com o lendário triatleta Mark Allen, seis vezes vencedor do Mundial de Ironman em Kona, no Havaí, utilizando as rodas Zipp com três raios e de perfil alto – Zipp 440 – e a bicicleta Zipp 2001, que imediatamente tornaram-se as armas aerodinâmicas preferidas entre os triatletas.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-18T151235.859.jpg

A ‘reinvenção das rodas’ foi comandada pelo fundador e engenheiro Leigh Sargent, ao lado do empresário Andy Ording, que se tornou o proprietário da Zipp Speed ​​Weaponry em 1999.

Naquela primeira década, a Zipp aproveitou a mentalidade do automobilismo ao desenvolver produtos, sendo pioneira no uso do túnel de vento na indústria de bicicletas. Os icônicos quadros 2001 e 3001 da Zipp se tornaram símbolos icônicos de velocidade de alto desempenho. E mesmo depois de deixarem de ser fabricados no final de 1997, esses conjuntos de quadros continuam sendo itens altamente cobiçados até hoje.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-18T151115.349.jpg

Outro momento notável para a Zipp foi o início do programa de patrocínio das equipes profissionais de ciclismo. Em 2000, a Zipp assinou com a equipe belga Lotto-Adecco e passou a usar ‘feedbacks’ de ciclistas de alto nível no aprimoramento dos produtos.
 
E 2003 foi o grande ano para a Zipp, patrocinando a poderosa equipe CSC. A equipe vence duas etapas e a classificação geral das equipes no Tour de France, com as rodas Zipp Além dos resultados, a CSC se torna um parceiro valioso no desenvolvimento de rodas para serem rápidas e duráveis. Além do mais, este foi o ano em que a Zipp introduziu sua agora icônica roda de disco com ‘covinhas’.
 
Em termos tecnológicos, a consolidação da Zipp veio em 2006 com o desenvolvimento da tecnologia Carbon Bridge™ que tornou as rodas de carbono – Zipp 303 – duráveis ​​o suficiente para que vencesse as provas clássicas Paris-Roubaix e o Tour de Flanders.

Os protótipos de rodas de carbono foram testados na Floresta Arenberg, o setor de paralelepípedos mais famoso da Paris-Roubaix, a clássica que tem o apelido de ‘Inferno do Norte’ devido sua dificuldade, com a colaboração de ciclistas como Lars Michaelson (Dinamarca), Fabian Cancellara (Suíça) e Allan Johansen (Dinamarca).

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-18T150912.215.jpg

Em 2007, a SRAM adquire a Zipp, fornecendo experiência e recursos adicionais, mantendo o DNA da marca. A partir disso, as conquistas monumentais das rodas Zipp continuaram, com destaque para a vitória no Tour de France por Carlos Sastre, em 2008, que garantiu a camisa amarela com uma emblemática escalada na montanha Alpe d’Huez. 

Em 2010, mais um ano significativo da Zipp. O suíço Fabian Cancellara vence o Ronde van Vlaanderen (Tour de Flandres) e a Paris-Roubaix a bordo das rodas Zipp 303. Essa conquista foi um momento monumental na história da Zipp, pois marcou a primeira vez em que rodas de carbono foram levadas à vitória nas duas clássicas de paralelepípedos da Primavera. 

No mesmo ano, os atletas Zipp também dominaram o Campeonato Mundial de Estrada, com a medalha de ouro de Thor Hushovd da Noruega, prata de Matti Breschel (Dinamarca), e bronze de Allan Davis (Austrália). Fabian Cancellara (Suíça) e Emma Pooley (Grã-Bretanha) ainda conquistaram medalhas de ouro em contra-relógio.

E sem esquecer às origens no triatlo, a Zipp venceu com o australiano Chris McCormack e Mirinda Carfrae o Campeonato Mundial de Ironman em Kona, no Havaí.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-18T150847.638.jpg

Em 2012 e 2014, as rodas Zipp 303s continuam o domínio nos paralelepípedos. O belga Tom Boonen (Omega Pharma-Quick-Step) vence o Tour de Flanders e Paris-Roubaix, enquanto o holandês Niki Terpstra lançou seu ataque solo de sucesso com cerca de 6 km restantes na Paris-Roubaix 2014.
 
A eficiência das rodas Zipp é comprovada em diferentes modelos, como o triunfo da americana Evelyn Stevens, da Boels-Dolmans Cycling Team, que estabeleceu em 2016 o recorde mundial feminino da hora, cobrindo 47.980 km em 60 minutos a bordo de uma roda disco Zipp 900 dianteira e uma disco Super-9 traseira.
 
No ciclocross, o belga Wout van Aert venceu seu terceiro campeonato mundial consecutivo de ciclocross UCI, em 2018, sempre com rodas Zipp, na Holanda. No gravel, Ted King colocou à prova suas rodas Zipp 303 no Dirty Kanza 200 no Kansas (EUA), tornando esta roda vencedora no asfalto, paralelepípedos, lama e cascalho.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-18T150732.920.jpg

Para 2021, as inovações da Zipp não param, além da nova fase da Zipp no Brasil, teremos novos produtos, novas tecnologias e a Garantia Vitalícia dos produtos.

Siga o novo perfil no Instagram da Zipp Brasil e acompanhe mais novidades!

800 - 2021-03-19T163023.535

Com 7 modelos, Absolute lança nova linha de capacetes totalmente reformulada

Entre revisões de grafismo e modelos totalmente novos, o visual e a praticidade foram os focos no desenvolvimento da linha

Segurança é assunto sério no ciclismo e um bom capacete é algo que não se pode tirar da cabeça se você busca tranquilidade ao pedalar. Pensando nisso, a brasileira Absolute Bikes tratou de reformular sua linha de capacetes, e antecipou os 7 lançamentos previstos para 2022. Deste total, 6 contam com sistema de iluminação.

Com a ampliação da linha, a marca disponibiliza uma série de opções marcadas por tecnologia, qualidade, design e excelente relação custo X benefício.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-19T161843.727.jpg
Capacete Absolute Prime
Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-19T161231.704.jpg
Capacete Absolute Prime

Conheça a seguir os lançamentos Wild Flash, Luna Flash e Prime e os novos grafismos dos capacetes Nero, Mia, Wild e Luna.

Absolute Wild Flash e Luna Flash: dois em um, com potentes luzes sinalizadoras

Já imaginou um capacete de apenas 230g, que também é um sistema de iluminação eficiente, prático e independente? É esta uma das grandes novidades que a Absolute lança no mercado de ciclismo brasileiro. Voltados para o uso urbano e também a prática de MTB, os capacetes Absolute Wild Flash e Luna Flash trazem o DNA da marca brasileira, tornando disponível uma solução exclusiva e muito funcional, a um preço compatível ao mercado brasileiro.

As versões Flash contam com luz de LED integrada ao casco in-mold, maior e mais potente que nos outros modelos da marca, com 9 modos de funcionamento e bateria recarregável via USB. O sistema LED também é removível e o capacete pode ser usado sem ele, o que seria indicado para a prática de MTB, por exemplo.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-19T161406.476-1.jpg
Capacete Wild Flash
Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-19T161352.725-1.jpg
Capacete Wild Flash

“São duas das grandes novidades para o mercado de ciclismo, muito pela inovação que trazem. É como se fossem 2 soluções em apenas um capacete, já que ele conta, além de toda tecnologia de proteção das linhas Wild e Luna, com um pisca de LED integrado, mas removível. Um produto que já nasce diferente de tudo o que há no mercado atualmente”

analisa Gilberto Nunes, analista de produtos da Isapa, distribuidora oficial da Absolute Bikes.

Eles também são capacetes muito bem ventilados e confortáveis, com 22 entradas/saídas de ar, que ajudam a manter a cabeça sempre fresca. Um detalhe que faz toda diferença nas pedaladas em lugares de mata mais fechada é a tela nas aberturas frontais, para proteger o ciclista de insetos, galhos e pedras.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-19T161818.531.jpg
Capacete Absolute Wild
Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-19T161205.084.jpg
Capacete Absolute Wild

O Wild Flash está disponível em 6 cores, nos tamanhos M e G. Já o Luna Flash é vendido em duas opções de cor, apenas no tamanho M. Ambos tem preço aproximado de R$ 199,00

Capacete Absolute Prime 2022: top de linha, com preço inigualável

O capacete Absolute Prime é a novidade da marca para este ano. Com um desenho e grafismos modernos, que acompanham as tendências dos melhores capacetes do mundo, ele tem tudo para ser um dos grandes destaques no mercado brasileiro.

Surgindo como o capacete mais tecnológico, aerodinâmico e ventilado da linha, o Prime busca entregar inovação para o público brasileiro, com um valor acessível e compatível com a realidade daqui.

“Isso foi resultado de pesquisas da nossa equipe de desenvolvimento, sempre antenada no que é tendência no mundo. Buscamos, ao lado dos nossos fornecedores, uma forma de desenvolver um produto que aliasse visual, performance e nível de proteção melhores, mas que mantivesse a essência da marca de oferecer o melhor pelo menor investimento possível. Chegamos, então, ao capacete Absolute Prime, um modelo que vai entregar o que nenhum outro vai conseguir, dentro da sua faixa de preço”

comenta Gilberto.
Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-19T161134.397.jpg
Capacete Absolute Wild
Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-19T161755.090.jpg
Capacete Absolute Wild

Com construção In-mold, ajuste milimétrico com botão giratório mais refinado, espumas removíveis e laváveis, 24 entradas e saídas de ar e um desenho com linhas que seguem sem quebras de ponta a ponta do capacete, este é o modelo de mais alta performance já apresentado pela marca, e poderá se usado tanto na estrada quanto para competições de MTB.

Disponível nos tamanhos M e G, pode ser encontrado em 5 cores diferentes: preto/branco, preto/vermelho, preto/neon, preto/azul e Cinza. O preço sugerido de venda é a partir de R$ 269,00.

Capacetes Nero e Mia 2022: indicados para iniciantes e contando com um pisca de 6 LEDs

Os capacetes Absolute Nero e Mia são os modelos mais indicados para quem quer uma solução eficiente e bonita para iniciar no pedal, seja nas estradas de terra, trilhas ou então no deslocamento pela cidade. Criados em 2019, para este ano eles receberam atualização nos grafismos, que ficaram ainda mais modernos, seguindo o que é tendência no mercado de ciclismo como um todo.

Mesmo sendo modelos realmente acessíveis, contam com a tecnologia in-mold, em que o EPS é moldado diretamente no casquilho externo: a parte externa e a estrutura interna são fundidas numa peça única.

“Tudo isso resulta num capacete ainda mais resistente e leve, que vai oferecer mais segurança e conforto. Além disso, são capacetes muito práticos de ajustar, através de um botão giratório, que conta com pisca de 6 LEDs integrado. São detalhes que garantem visibilidade e mais segurança aos ciclistas, especialmente à noite”

explica Gilberto.
Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-19T161119.145-1.jpg
Capacete Absolute Wild
Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-19T161010.052.jpg
Capacete Absolute Wild

Para garantir o conforto durante as pedaladas, os capacetes Absolute Nero e Mia contam com um sistema de ventilação com 20 entradas/saídas de ar, além de viseira removível e espumas internas removíveis e laváveis.

As únicas diferenças entre Nero e Mia estão nos tamanhos e cores disponíveis. O Absolute Nero está disponível em 6 cores e nos tamanhos M e G. Já o Absolute Mia possui 2 cores diferentes no tamanho M. Podem ser encontrados no mercado a partir de R$ 99,00.

Capacetes Absolute Wild e Luna: mais robusto e mais moderno.

Modelo de maior sucesso da linha de capacetes para ciclismo, o Absolute Wild chega com novos grafismos e, agora, acompanhado da sua versão feminina, o Luna, novidade para este ano. As diferenças entre eles ficam apenas no tamanho e cores disponíveis, enquanto as tecnologias e nível de proteção são os mesmos.

O Absolute Wild possui as opções de tamanho M e G, em 6 grafismos diferentes . E o Absolute Luna está disponível no tamanho M, em duas versões.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-19T163919.564.jpg
Capacete Absolute Prime
Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-19T163907.361.jpg
Capacete Absolute Prime

Os dois modelos de capacetes contam com alta proteção e bastante estilo, indicados para ciclistas de estrada e MTB, pois a viseira é removível. Sua construção também é In-Mold, com o EPS e o casquilho formando uma peça única, oferecendo mais resistência.

Além disso, o Wild e o Luna contam com iluminação em LED integrada ao sistema de ajuste milimétrico. Ou seja, é um combo de segurança e visibilidade para quem pedala.

Para quem busca uma boa ventilação, encontra nestes modelos uma opção com 22 entradas e saídas de ar, tudo isso num design bem aerodinâmico e estiloso. A telinha anti-insetos posicionada nas entradas de ar também está presente.

O valor sugerido de venda é a partir de R$ 159,00

800 - 2021-03-19T170531.626

Campeã mundial, Kate Courtney revela treinos e expectativa para Tóquio

Ciclista abre planilha de atividades e mudanças na preparação visando ao grande evento multiesportivo

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é 800-2021-03-19T170531.626.jpg

Campeã mundial e da Copa do Mundo de mountain bike, a estadunidense Kate Courtney é um dos grandes astros do esporte. Mesmo jovem, a ciclista de carreira consolidada não para. Ela utilizou o período sem competições devido à crise sanitária global para aprimorar os aspectos físicos e treinamentos visando à preparação para os futuros desafios.

Em entrevista ao Red Bull Content Pool, a americana abriu a sua rotina de treinamentos ao público. “Eu diria que as minhas semanas mais leves têm de 15 a 17 horas na bicicleta, enquanto as maiores têm de 25 a 30 horas de pedal, contudo, essas são mais raras. Eu considero treinamento de força parte das atividades físicas, logo, eu gasto de duas a seis horas, por semana, na academia. Eu treinei muito mais volume no ano passado, pois eu não viajei muito, então, fiz de 20 a 25 horas de treinamento por semana, todas as semanas”, afirma a ciclista de 25 anos. 


Focada em sua preparação, Kate organiza ciclos de treinamento de dois anos. O primeiro é o de desenvolvimento, no qual ela monta a sua estrutura para o ano subsequente, quando passa a intensificar as atividades com uma base mais sólida. Além disso, ioga, horas de sono ideais, atividades regenerativas, como banhos de gelo e sauna, e conversa com psicóloga fazem parte do processo.

“Pessoalmente, acredito que o jogo mental é uma grande parte do sucesso, mas também é uma grande parte de apenas ser uma pessoa saudável e feliz no longo prazo. Penso que lidar com situações e emoções requer certas habilidades e perspectivas que precisam ser desenvolvidas e, para mim, isso é feito por meio da psicologia do esporte”

analisa Courtney.

Além das grandes e tradicionais competições na temporada, Kate ainda vislumbra a participação em Tóquio, no início do segundo semestre. “Há muita empolgação e emoção em torno do evento, da conectividade global e da presença da mídia nele. Ano passado, eu estava muito mais envolvida. Neste ano, eu acho que as coisas estão bem diferentes e ter 2020 para fazer tudo, menos a corrida, foi útil para mim. Acho que minha capacidade de me autorregular e lidar com situações e emoções desafiadoras foram intensificadas, assim, eu serei capaz de ficar mais calma e relaxada”, completa.

O público brasileiro ainda pode conhecer um pouco mais do dia a dia da ciclista por meio da série ‘Backyards’, disponível gratuitamente pela internet no perfil da Red Bull no Youtube, pelo link https://www.youtube.com/watch?v=0z_mL6K4Lf4&ab_channel=RedBull . Neste episódio, a atleta estadunidense mostra o seu ‘centro de treinamento particular’, as bicicletas, equipamentos de treinamento e recuperação, além de um passeio com o companheiro e o animal de estimação.