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MTB Festival: Henrique Avancini e Raiza Goulão vencem o Brasileiro de Cross Country Olímpico (XCO)

Nas categorias de base do evento realizado em Mairiporã-SP, Gustavo Xavier e Marcela Lima foram campeões na sub-23, enquanto Cainã Guimarães e Giuliana Morgen sagraram-se vencedores na júnior


A segunda edição do MTB Festival, realizado no Instituto Mairiporã-SP, recebeu neste sábado (31) a decisão do Campeonato Brasileiro de Mountain Bike XCO – Cross Country Olímpico, em que foi definido o terceiro e último título nacional da competição na elite. Entre os homens, o troféu de campeão ficou com o número 1 do mundo, Henrique Avancini (Cannondale Factory Racing). Na disputa feminina, Raiza Goulão (Corinthians Audax Bike Team) sagrou-se a campeã de 2020 da modalidade olímpica.

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A elite masculina teve Henrique Avancini e José Gabriel Marques (Corinthians Audax Bike Team) duelando pela vitória do começo ao fim. Após concluirem juntos a primeira volta, Avancini teve um problema mecânico (furo de um pneu) e parou na feed zone (área de apoio), perdendo preciosos segundos. Assim, para conseguir chegar em Zé Gabriel, vice-campeão nacional, o ciclista de Petrópolis-RJ teve que acelerar para conseguir voltar a liderança a duas voltas do fim e conquistar seu 17º título nacional – 15 de XCO, um de XCC (Short Track) e um de Maratona (XCM). Luiz Cocuzzi (Lar) completou o top 3 no pódio.

“Quando são as férias? Estou precisando”, brincou Avancini. ” O dia foi duro.Teve muita emoção. Estou feliz porque é uma honra conquistar o título nacional. Não apenas pela vitória, mas por ter o direito de carregar a bandeira do brasil nos eventos internacionais. É bastante simbólico e estou bastante aliviado. A carga dessas provas no Brasil para mim é bem maior. Parece que se eu não ganhar, eu não tive boa performance. E não é assim porque os adversários também se preparam bem, ainda mais quando vale um título nacional. Não é fácil me manter motivado e em boa forma. E também não foi fácil hoje, principalmente pela temporada e por ter um furo de pneu”

disse Avancini.
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No fim, Henrique Avancini foi campeão com o tempo de 1h15min45, apenas 18 segundos à frente de José Gabriel Marques. 

“Sabia que eu tinha que pressionar o Avancini desde o começo e tirá-lo da zona de conforto. Consegui apertar ele e ele acabou errando, furando o pneu em uma região com pedras da pista. Porém, não observei que ele havia furado e fizemos a trilha juntos, só percebendo o fato quando ele parou no ponto de apoio para trocar a roda. Quando você tem 1% de chance você tem que arriscar. Tentei, dei meu máximo para ele não chegar descansado perto de mim. Ele atacou em uma parte onde eu sofria mais do que ele. Tive cabeça, mas sabia que tirar 10 segundos do Henrique é difícil. Estou muito satisfeito com minha colocação”

avaliou Zé Gabriel. 

Último ciclista a conseguir vencer um título nacional de XCO na elite diante de Henrique Avancini na elite (o petropolitano havia sido campeão da categoria em 2013, 2015, 2016, 2018 e 2019), o paulistano Luiz Cocuzzi, vencedor em 2017, completou em terceiro, cerca de 5 minutos atrás de Avancini. 

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“Essa prova para mim foi na raça. Semana passada tive um aperto físico e passei muito mal. Me poupei e não participei do Short Track, para sobrar fôlego para o XCO. Consegui um lugar no pódio, mas foi bem longe da minha performance”

relatou Cocuzzi.

Elite feminina
Na disputa entre as mulheres, a goiana Raiza Goulão liderou do começo ao fim para garantir seu tetracampeonato na elite em 1h25min29. Porém, durante toda a prova ela teve a perseguição da mineira Letícia Cândido (Specialized Racing BR) e da cearense radicada em Minas Gerais, Hercília Najara (TSW Racing Team), que completaram em 1h26min33 e 1h27min53, respectivamente. Se após 40 minutos de prova Raiza conseguiu sua maior diferença para a principal perseguidora, Letícia, com 24 segundos à frente, coube a campeã brasileira de 2019 tentar buscar a goiana nas últimas duas voltas, chegando a baixar para 17 segundos, porém sem ter êxito ao final.  

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“O Brasileiro de XCO em 2019 foi em condições totalmente diferentes para mim. Tive que brigar contra o meu próprio corpo naquele ano. Agora, estou retomando aos poucos, com a cabeça mais madura. Fiz uma corrida diferente hoje (sábado) aqui em Mairiporã, porque às vezes mesmo não estando na sua melhor performance, fazer uma boa estratégia pode ser a diferença. Estou muito feliz com meu quarto título na elite e em poder voltar a usar a camiseta de campeã nacional. Devo isso a toda minha equipe multidisciplinar que está comigo desde o ano passado me dando todo suporte”

vibrou Raiza Goulão.
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Mesmo não repetindo o resultado de 2019, quando venceu o Brasileiro de XCO e ainda garantiu os títulos de Short Track e Maratona, Letícia Cândido comemorou seu resultado.

“Estou muito feliz com minha medalha de prata. Depois de tudo que passei neste ano, para mim é um mérito pessoal muito grande e estou bastante contente. Quero dedicar essa prata a todas as mulheres que vieram competir no Brasileiro e se desafiaram aqui. O percurso era realmente duro e a chuva deixou ele mais desafiador. Parabéns para a mulherada que veio e enfrentou. Estamos de parabéns”

enalteceu Letícia.

Em seu segundo ano disputado o Brasileiro de XCO, Hercília Najara garantiu outro lugar no pódio, evoluindo da quinta para a terceira colocação da temporada anterior para a de 2020.

“Foi maravilhoso. Todos do evento tiveram muita determinação para construir essa pista, que fez a alegria de nós competidores. As condições que tivemos, com chuva aqui durante os últimos dois dias, são as que eu gosto. Quanto mais difícil, melhor. Quanto mais água, mais preciso evoluir. Quanto mais técnica ela é, mais vejo que preciso melhorar. Tem que ter paciência no processo. Estou muito feliz”

disse Hercília. 

Categorias de base
Além das disputas das elites, também estiveram em jogo os títulos das categorias de base do mountain bike XCO neste sábado. Os campeões nas disputas foram: Henrique Bravo e Angelina Santos (infanto-juvenil), Lázaro Moreira e Luiza Cocuzzi (juvenil), Cainã Guimarães e Giuliana Morgen (júnior); e Gustavo Xavier e Marcela Lima (sub-23).

Transmissão ao vivo
A disputa do Downhill acontece neste domingo (01/12) com transmissão ao vivo pela BandSports (TV fechada) a partir das 10h, pela Band (TV aberta) a partir das 10h20 e com streaming pelo canal do YouTube do Pra Quem Pedala a partir das 10h.


Programação completa
A programação completa do MTB Festival 2020 está disponível no site do evento: https://mtbfestival.com.br/.

Evento fechado
As regras essenciais para a entrada na arena serão válidas para todos. O uso de máscara é obrigatório em toda a arena e durante todo o evento, e para a entrada é necessária a apresentação do exame de PCR para Covid-19

O MTB Festival tem patrocínio de Jeep e Caloi.

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MTB Festival: Petropolitanos Henrique Avancini e Giuliana Morgen são campeões brasileiros de Short Track (XCC)

Prova realizada na tarde desta sexta-feira (30), no Instituto Mairiporã, colocou em jogo o segundo de três títulos brasileiros do evento. Neste sábado (31), será a vez do Cross Country Olímpico (XCO), que também tem transmissão ao vivo, no canal BandSports e na RedBullTV

Mais dois ciclistas tiveram a satisfação de sair do Instituto Mairiporã-SP, na região metropolitana de São Paulo, vestindo a camiseta de campeão brasileiro de mountain bike. Na tarde desta sexta-feira (30), os petropolitanos Henrique Avancini (Cannondale Factory Racing) e Giuliana Morgen (Sense Factory Racing), a Giugiu, conquistaram o título nacional do Short Track (XCC), feitos inéditos em suas carreiras.

O Short Track foi realizado em um circuito reduzido, com extensão de 1.680 m e 48 m de altimetria por volta, o que favorece ciclistas com maior explosão física. Além do vencedor Henrique Avancini, estiveram no pódio José Gabriel Marques (Corinthians Audax Bike Team) e Gustavo Xavier (Specialized Racing BR). O top 3 feminino teve ao lado da jovem Giugiu, de apenas 17 anos, vivendo o primeiro ano na categoria júnior, as atletas Raiza Goulão (Corinthians Audax Bike Team) e Letícia Cândido (Specialized Racing BR).

Entre os homens, a disputa começou com os ciclistas Henrique Avancini, José Gabriel e Gustavo Xavier entre os primeiros colocados, com as companhias de Edson Rezende e Ulan Galinsky, que na segunda volta ficaram para trás. Já na quarta de sete voltas, Avancini fez um ataque bem sucedido e liderou até o fim para garantir mais um título nacional, o seu 16º – são 14 no XCO, um no XCM (Maratona) e um no XCC. A duas voltas do fim, José Gabriel acelerou e deixou Gustavo para garantir o vice-campeonato.

“Foi uma disputa bastante intensa. O circuito mostrava que seria uma prova dura e física. Mas, com a lama, ficou bastante complicado. Havia bastante água até antes da primeira subida. No finalzinho da subida, a lama escurecia o que dificultava a tração da bike. Se você gastasse mais onde estava bom para pedalar, depois faltava”

analisou Avancini.

“O Gustavo e o Zé estavam bem e no meio da prova fiz uma ataque mais forte, porque eu não queria arriscar. O trecho final era fácil de cometer erros e percebi que o corte de 80% não foi o suficiente, então previ que teríamos retardatários na frente. Para não ficar agarrado atrás de ninguém eu precisava de uma vantagem. Nos metros finais, a pista não favorecia para sprint por ter várias curvas antes no asfalto, então tentei conseguir a vitória o mais cedo possível”

comentou Avancini.

“Sei que nem título nem ranking mundial entram na pista. Se chegar aqui e não entregar resultado, a galera esquece muito rápido. Sei o quanto é importante encarar as provas com seriedade e também como é difícil manter-se em alerta e motivado após uma grande conquista ,que trabalhei por ela tanto tempo. Neste momento, preciso dar uma descarga, parar um pouco e curtir ser o número 1 do ranking mundial. Estou muito feliz em chegar nesta marca e sei que é muito importante para mim. Feliz de conquistar tudo o que conquistei neste ano”

complementou Avancini.

Prova feminina
A disputa entre as mulheres começou com bastante estudo entre as ciclistas nas primeiras duas voltas e aos poucos o pelotão foi se quebrando. O que eram sete atletas na primeira volta e cinco na segunda, diminuiu em seguida para apenas três – Giuliana Morgen, Raiza Goulão, Letícia Cândido. Na quinta e penúltima volta, Giugiu fez um ataque perfeito e conseguiu abrir quase 20 segundos de vantagem para as duas concorrentes, apenas administrando no final.

“Sabia quem poderia vir comigo e durante a prova eu analisei onde elas apertavam o ritmo e onde perdiam algum tempo para mim. Eu ataquei na hora certa. Testei antes de atacar e na hora que eu vi que sobrou um pouco, fui e acelerei. Eu treinei para essa modalidade, tendo usado como aprendizado a última competição que tive contra elas no short track há alguns meses e desta vez deu certo. A felicidade é enorme. Espero crescer cada vez mais e colocar, no futuro, nosso mountain bike brasileiro aos olhos do mundo, assim como o Avancini fez”

disse Giugiu.

Pódio do Campeonato Brasileiro de MTB XCC:

Masculino
1-Henrique Avancini – 30min12seg
2-José Gabriel Marques – 30min26seg
3-Gustavo Xavier – 30min55seg



Feminino
1-Giuliana Morgen – 31min12seg
2-Raiza Goulão – 31min35seg
3-Letícia Cândido –  31min38seg


Transmissão ao vivo
Embora o evento seja completamente fechado ao público, devido às restrições por conta da pandemia da Covid-19, os brasileiros poderão acompanhar ao vivo a emoção das competições ou pela TV, nos canais Band (TV aberta) e BandSports (TV fechada), ou também pela RedBull TV. Ambas as competições do XCC e XCO (apenas elite feminina e masculina) na sexta e sábado, terão as transmissões da BandSports e da RedBull TV. Já no domingo (1º), o Downhill será transmitido pelo Bandsports e pela TV Band, às 10h.

Detalhes das pistas
As disputas do Campeonato Brasileiro de Mountain Bike são realizadas em dois circuitos no Instituto Mairiporã: Uma com 4.678 m de extensão e 193 m de altimetria por volta, para E-Bike e XCO, a outra a do Short Track, com pista exclusiva para a disputa da modalidade, com a extensão de 1.680 m e 48 m de altimetria por volta.

Programação completa
A programação completa do MTB Festival 2020 está disponível no site do evento: https://mtbfestival.com.br/.

Evento fechado
As regras essenciais para a entrada na arena serão válidas para todos. O uso de máscara é obrigatório em toda a arena e durante todo o evento, e para a entrada é necessária a apresentação do exame de PCR para Covid-19

O MTB Festival tem patrocínio de Jeep e Caloi.

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MTB Festival: Jhefferson Paiva e Luma Diniz são campeões brasileiros de E-Bike de 2020

Prova foi a primeira de três do Campeonato Brasileiro de Mountain Bike 2020. Na tarde desta sexta-feira (30), os vencedores do Short Track (XCC) serão definidos no Instituto Mairiporã, na região metropolitana de São Paulo

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Assim como na primeira edição do MTB Festival, no ano passado, a disputa de E-Bike foi a responsável por dar início ao Campeonato Brasileiro de Mountain Bike 2020 no Instituto Mairiporã, na manhã desta sexta-feira (30). Após quatro voltas completadas na pista de 4.678 m de extensão e 193 m de altimetria, que também será utilizada no XCO (Cross Country Olímpico), o mineiro Jhefferson Paiva e a fluminense Luma Diniz (4Fun Bike Center) sagraram-se campeões nacionais da modalidade.

O enredo de ambas as disputas, masculina e feminina, foi bastante parecido, com Jhefferson Paiva e Luma Diniz assumindo a liderança na primeira volta e administrando suas vantagens até o fim, sem que seus adversários conseguissem os ameaçar. Entre os homens, completaram o pódio Juliano Cocuzzi (Lar) e Diego Knob (Sense Factory Racing). Já no feminino, o top 3 teve ainda Isabella Ribeiro (Specialized Racing BR) e Stefanye Lindolfo (Time Hoffmann).

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Natural de Araguari, no Triângulo Mineiro, Jhefferson Paiva contou com o apoio de seu pai para viajar a São Paulo e disputar a competição.

“Na verdade a bike que usei é do meu pai. Eu vi que ia ter o Brasileiro e comecei a treinar lá na Represa de Araguari. E a nossa sorte foi que lá também começou a chover nesses tempos, então deu uma preparada boa. É muito gratificante ser campeão brasileiro. Vim treinando mesmo com a pandemia, para o MTB Festival. Foi a primeira vez competindo de E-Bike, então foi ótimo o resultado”

comemorou Jhefferson, de 23 anos.
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O ciclista mineiro começou a pedalando aos 9 anos, para competir pela primeira vez com 10, sendo líder do ranking brasileiro em sua categoria à época. Após um tempo parado, Jhefferson está voltando para as competições.

“Gostei bastante da pista, bem técnica, com descidas muito legais. Sofri mais nas subidas, porque tinha que controlar muito a roda traseira pra não escorregar, inclusive logo na largada. Quem for pedalar no final de semana vai curtir bastante”

avaliou Jhefferson.

A disputa feminina
Ciclista há apenas cinco anos, Luma Diniz, de Resende-RJ, começou a praticar o mountain bike e se adaptou com maior facilidade por ter sua origem esportiva no motocross. Após ser incentivada por vários amigos que praticavam a modalidade em sua cidade, resolveu se dedicar ao MTB.

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“Comecei a treinar de um jeito certo, com treinador, e tenho evoluído bastante, não só na parte técnica e de força, mas também no treino mental também”

contou Luma, de 27 anos.

E a conquista não veio fácil. Luma levou duas quedas, uma na primeira volta e outra no Escorpião, na última volta.

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“Estou muito feliz com esse título. Tem pouco tempo que pedalo, mas isso nunca foi um empecilho. Mesmo com a pandemia, eu não desanimei. Continuei treinando. Em alto rendimento, demora anos para evoluir a performance, por isso aproveitei para treinar durante esse período de pandemia, especialmente em trilhas técnicas com a e-bike”

relatou Luma.

“Esse título é muito importante pra mim. É o segundo ano de Campeonato Brasileiro de E-Bike e estou muito feliz de escrever meu nome na história. Após cair na primeira volta, mantive a calma e pensei ‘espera que ainda tem quatro voltas’. E continuei pedalando, só olhando pra frente. Fui até o fim sem olhar pra trás”

concluiu Luma.
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Brasileiro de Short Track nesta sexta
No período da tarde desta sexta-feira (30), os campeões do Short Track (XCC) serão conhecidos em Mairiporã. Com transmissão ao vivo no canal de TV BandSports e também pela RedBull TV, serão realizadas as disputas feminina e masculina, às 13h e 14h, respectivamente. Entre os homens, nomes como Henrique Avancini, Luiz Cocuzzi e Guilherme Muller são os favoritos, enquanto no feminino Raiza Goulão e Letícia Cândido têm o favoritismo, com a jovem Giuliana Morgen correndo por fora, mas com boas chances de surpreender suas rivais mais experientes.

Pódio do Campeonato Brasileiro de MTB E-Bike:

1-Jhefferson Paiva – 51min39seg005
2-Juliano Cocuzzi – 52min36seg933
3-Diego Knob – 52min55seg033

1-Luma Diniz – 58min05seg916
2-Isabella Ribeiro – 1h01min00seg038
3-Stefanye Lindolfo – 1h02min33seg057

Transmissão ao vivo
Embora o evento seja completamente fechado ao público, devido às restrições por conta da pandemia da Covid-19, os brasileiros poderão acompanhar ao vivo a emoção das competições ou pela TV, nos canais Band (TV aberta) e BandSports (TV fechada), ou também pela RedBull TV. Ambas as competições do XCC e XCO (apenas elite feminina e masculina) na sexta e sábado, terão as transmissões da BandSports e da RedBull TV. Já no domingo (1º), o Downhill será transmitido pelo Bandsports e pela TV Band, às 10h.

Detalhes das pistas
As disputas do Campeonato Brasileiro de Mountain Bike são realizadas em dois circuitos no Instituto Mairiporã: Uma com 4.678 m de extensão e 193 m de altimetria por volta, para E-Bike e XCO, a outra a do Short Track, com pista exclusiva para a disputa da modalidade, com a extensão de 1.680 m e 48 m de altimetria por volta.

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Programação completa
A programação completa do MTB Festival 2020 está disponível no site do evento: https://mtbfestival.com.br/.

Evento fechado
As regras essenciais para a entrada na arena serão válidas para todos. O uso de máscara é obrigatório em toda a arena e durante todo o evento, e para a entrada é necessária a apresentação do exame de PCR para Covid-19

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Apresentamos a roda C23G. A roda full carbon para gravel Session Brasil

As bikes de gravel estão se popularizando muito, novos modelos e componentes para essas bicicletas super divertidas e versáteis surgem a todo instante. Ao mesmo tempo que são as preferidas de muitos ciclo turistas, também estão na mira dos atletas de performance. No Brasil por exemplo, já temos provas exclusivas da modalidade, além de eventos com a categoria gravel bike.

Recentemente lançamos a nossa primeira roda exclusivamente projetada para as gravel bikes, a G25. Um projeto orgulhosamente nacional, uma roda feita em alumínio com excelente custo benefício, além de muita performance e confiabilidade.

C23G, a roda full carbon para gravel Session Brasil

Agora chegou a vez da C23G, a primeira roda de carbono para gravel genuinamente nacional. A C23G é uma roda full carbon clincher tubeless ready para bicicletas de gravel voltada para alta performance e desempenho.

São 23mm de largura interna do aro, proporcionando mais tração e grip e criando o casamento perfeito com pneus largos desse segmento. Se a sua bike pode calçar pneus mais largos que 38mm, são essas rodas que você precisa para explorar todo potencial deles.

A altura de 30mm deixou essa roda muito versátil, com um peso incrível para escaladas e super ágil nas arrancadas. Esse padrão é excelente para encarar os estradões e ajudar a bike a girar mais fácil.

Escolhemos os melhores componentes para montar a roda C23G, usamos os cubos Session Road Disc com os melhores raios do mundo, os CX Ray da Sapim. Assim como os nipples também da fabricante belga. Com esse conjunto, entregamos uma roda super rápida, confiável e muito leve, o par da C23G pesa aproximadamente 1580 gramas.

Uma roda testada a exaustão por mais de 10.000 quilômetros

Antes de lançar a roda no mercado, realizamos testes exaustivos nos materiais e componentes, sempre sob as mais severas condições. Somente nas mãos do atleta especialista em gravel, Ulisses Nunes Abbud, foram mais de 10.000 quilômetros rodados em um ano. Ulisses é uma referencia mundial em gravel bike nos Estados Unidos onde mora.

Session é uma marca brasileira que tenho extrema confiança (venho me apoiando em “stem” e “handlebars” deles há anos), por isso não hesitei em competir 200 milhas, no gravel, sem nunca tê-las testado antes

Comentou Ulisses

Nossos projetistas criaram dezenas de simulações e com o auxílio de atletas experientes como o Ulisses, chegamos no que acreditamos ser a configuração perfeita para uma roda de gravel.

As rodas com 23mm internos e a altura de 30mm enfrentaram os mais variados terrenos nos testes e com os pneus certos, essa roda pode ajudá-lo a ir mais longe e mais rápido.

Em mais de 10.000km rodados sob as mais diversas circunstâncias e os mais variados tipos de cascalho, tenho a segurança de recomendar as rodas Session C23G para todos aqueles que buscam uma boa opção para o gravel. É uma roda com excelente qualidade de construção, leve e rígida. Caso não fosse, já teria ao menos desalinhado, mas seguem intactas

Completou Ulisses

Você pode conhecer a roda C23G nos melhores bikeshops de sua cidade.

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Lançamento: saiba tudo sobre o Giro Manifest, um dos capacetes mais versáteis e seguros do mundo

Para quem busca máxima segurança para pedalar em qualquer modalidade de mountain bike, a Giro acaba de lançar o capacete mais tecnológico da sua extensa linha. É o Giro Manifest, que conta com um ótimo equilíbrio entre proteção, ventilação e desempenho, sem perder a versatilidade para garantir dois aspectos fundamentais na vida do ciclista: diversão nas pedaladas e segurança contra diversos tipos de impacto.

Conheça mais detalhes do modelo, distribuído com exclusividade no Brasil pela Isapa.

Altíssima segurança e tecnologia de sobra

Com a proposta de tornar o pedal um momento de diversão, sempre com a máxima proteção, a Giro projetou um capacete inovador e bastante versátil que possui as mesmas tecnologias do seu top de linha para estrada, o modelo Aether.

Desenvolvido com um design único, o Giro Manifest conta com a tecnologia Spherical by MIPS®, sendo a primeira vez que a mesma é aplicada num modelo de MTB.

O sistema Spherical by MIPS® é uma tecnologia exclusiva, desenvolvida pela própria Giro em parceria com a Bell e a MIPS®.

“Imagine duas estruturas em forma de casco, como se fossem dois capacetes, uma dentro da outra. Quando um impacto acontece, uma se move dentro da outra, amortecendo o impacto e minimizando a rotação da cabeça, consequentemente, protegendo o pescoço e o cérebro de maiores danos”

explica Marcel Balog, gerente de produtos da Isapa.

Além disso, cada estrutura do Giro Manifest usa EPS de densidades diferentes, um mais duro e outro mais macio. A estrutura mais macia absorve impactos de baixa velocidade com mais eficiência, enquanto a mais dura segura os impactos maiores, em mais alta velocidade, garantindo a integridade do equipamento e do usuário.

O mais novo capacete da Giro também possui a tecnologia Aura® (Aerodynamic Unbreakeable Reinforcing Architecture), que permite um reforço estrutural para garantir ainda mais resistência e uma maior capacidade de dissipação da energia gerada em um impacto.

Super ventilado e confortável

O Giro Manifest tem outros atributos que o tornam uma opção ideal para ciclistas que buscam desempenho e não abrem mão do conforto no pedal. Com 19 aberturas de ventilação interligadas, é um dos capacetes para MTB mais bem ventilados do mercado.

Graças à tecnologia Wind Tunnel®, o ar que entra pela dianteira é direcionado por toda a cabeça do ciclista, e sai pela parte traseira, mantendo a temperatura mais baixa em dias mais quentes – o que é comum em boa parte do Brasil.

Aliado a essa sensação de frescor, o Giro Manifest também se destaca pelo conforto que oferece. Com forro removível e lavável XT2®, tem o melhor gerenciamento de umidade e possui tratamento antimicrobiano. Este sistema funciona através de fios de prata em sua composição, que inibem a proliferação de micro-organismos causadores do mau cheiro e colaboram com uma também eficiente absorção e dissipação da umidade e suor ao pedalar.

Ajuste preciso, praticidade e leveza

O sistema de ajuste Roc Loc® Trail Air garante ajuste de forma milimétrica e dinâmica, enquanto as fitas ajustáveis Slimline® oferecem máximo conforto e resistência.

Agora, para quem costuma pedalar de óculos, o capacete oferece áreas emborrachadas para seu encaixe. Sempre lembrando: óculos para ciclismo são acessórios importantes pra proteger a visão contra o vento projetado pela velocidade, sol e raios UV, lama, terra, poeira, insetos, galhos de árvore e até mesmo de pedriscos que podem causar sérios danos.

Com tanta tecnologia assim, que garante mais segurança, conforto e performance, a Giro conseguiu criar um capacete não apenas inovador e equilibrado, mas um modelo muito leve, que pesa apenas 362 gramas no tamanho M.

Disponível nas cores preto e verde oliva, o Giro Manifest é distribuído pela Isapa e está disponível a venda nas melhores lojas físicas, virtuais e bike shops, com valor sugerido de R$ 1.746,00.

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MTB Festival 2020: saiba como e onde assistir o Campeonato Brasileiro de Mountain Bike

Competição em Mairiporã-SP terá transmissão ao vivo pela TV, nos canais Band e BandSports, e também pelo site da RedBull TV

O MTB Festival 2020 reúne entre 30 de outubro e 2 de novembro alguns dos melhores atletas do País no ciclismo, para as disputas de três títulos nacionais de mountain bike: E-Bike, Short Track (XCC) e Cross Country Olímpico (XCO) – além de outras duas competições que compõem a programação do evento, o Downhill e a Trail Run (Corrida de Montanha). Mantendo o padrão de trazer todas as informações do que rola no evento, a organização confirma transmissões ao vivo pela TV, nos canais Band (TV aberta) e BandSports (TV fechada), e também pela RedBull TV.

Mesmo tratando-se de um evento completamente fechado ao público, devido às restrições por conta da pandemia, os brasileiros poderão acompanhar ao vivo toda a emoção das competições que acontecerão no Insituto Mairiporã, na região metropolitana de São Paulo.

Na pista, será a primeira vez que Henrique Avancini compete após se tornar o número 1 do ranking mundial da UCI (União Ciclística Internacional). Além dele, outros nomes de destaque estarão na pista, como Luiz Henrique Cocuzzi, Letícia Cândido, Raiza Goulão, Guilherme Muller, entre outros.

A primeira disputa com transmissão ao vivo será a do Short Track, na tarde de sexta-feira (30), tanto na BandSports quanto na RedBull TV: às 13h acontece a final do XCC Feminino, enquanto às 14h é a vez do XCC Masculino. O mesmo acontece no sábado (31), com transmissão do Cross Country Olímpico outra vez em ambas as plataformas: XCO Feminino, às 11h30, e XCO Masculino, às 13h30. Já no domingo (1º), o Downhill tem transmissão do Bandsports e da TV Band, às 10h.

RedBull TV
Para assistir a RedBull TV, basta acessar o site http://redbull.com.br/mtbfest, ou então baixar o app da Red Bull TV disponível na App Store e na Play Store.  

BandSports
Confira a lista de canais que contém a BandSports: NET/Claro TV, nos canais 75 ou 575 (HD); Nossa TV, no canal 37; Oi TV, no canal 168 (HD); Sky, nos canais 210 ou 610 (HD); Vivo TV, nos canais 463 (Amazonas), 878 (HD; Amazonas) E 49 (HD; Intelsat 34); E BluTV, no canal 347 (HD).

TV Bandeirantes
Para assistir na TV aberta, os canais são os que seguem abaixo.

Disponibilidade por satélite:Claro TV, nos canais 22 e Canal 522 (HD); Sky, nos canais 13 e 413 (HD); Oi TV, nos canais 7 (SD e HD), 960 e 607 (Alternativo HD); Vivo TV, nos canais 226 e 769 e 223 e 923; Algar TV, nos canais 709 e 726 (Alternativo); e BluTV, no canal 243.

Disponibilidade por caboNET, nos canais 22 e Canal 505 (HD); Vivo TV, nos canais 19 e 519 (HD); BVCi, no canal 25; CaboNNet, no canal 4; TCM, no canal 20 (HD); Cabo Telecom, nos canais 116 e 801 (HD); TVN, no canal 420 (HD) (São Luís); e TV Alphaville, nos canais 21 e  221 (HD).

Programação completa
A programação completa do MTB Festival 2020 está disponível no site do evento: https://mtbfestival.com.br/.

Evento fechado

As regras essenciais para a entrada na arena serão válidas para todos. O uso de máscara é obrigatório em toda a arena e durante todo o evento, e para a entrada é necessária a apresentação do exame de PCR para Covid-19

O MTB Festival tem patrocínio de Jeep e Caloi.

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Roda G25, apresentamos nossa nova roda para Gravel Bikes Session Brasil

Orgulhosamente, apresentamos a primeira roda nacional desenvolvida exclusivamente para as bikes de gravel. A G25 é uma roda de alumínio moderna, leve e com ótimo custo benefício.

A modalidade de gravel bike cresce a cada dia no Brasil, a versatilidade dessa bicicleta e a diversão que ela oferece tem feito a cabeça de muitos ciclistas. Na Europa e nos Estados Unidos a bicicleta de gravel já deixou de ser uma novidade e a tempos que já figura entre as modalidades do ciclismo que mais crescem.

Em nossas terras, seja por fatores geográficos ou ainda pela quantidade de estradas rurais, a gravel bike encontrou as condições perfeitas para crescer e conquistar novos ciclistas. Se até pouco tempo ela era a segunda bike de um speedeiro ou de um mountain biker, agora ela passou a ser a primeira bicicleta de muita gente.

Roda para Gravel Bike G25. Uma roda que já nasce testada!

A G25 está pronta para atender os graveleiros nacionais e internacionais, e herda toda qualidade, durabilidade e performance de outras rodas da linha Session Brasil.

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Não adaptamos uma roda, criamos um projeto totalmente dedicado as necessidades dos graveleiros, uma roda capaz de rodar em terrenos agressivos, mas com rolagem e leveza para girar muito no asfalto e no estradão de terra batida. A G25 é uma roda para bicicletas de gravel e vai atender tanto os ciclo viajantes, quanto os ciclistas que treinam ou pedalam em alta performance com sua bike de gravel

comentou Fernando Simioni, sócio da Session Brasil

A roda G25 é mais leve que a A25, a nossa consagrada roda de alumínio de alta performance para Mountain bike, e possui a construção das folhas especificas para as necessidades das bikes de gravel.

A roda de alumínio para Gravel Session Brasil pesa aproximadamente 1700 gramas o par. Peso que poucas rodas de road bike conseguem atingir.

Eixos de 12mm e pronta para tubeless – tubeless ready

Em sintonia com os maiores fabricantes do mundo, lançamos a roda com o formato padrão de eixos 12mm. Dessa forma a roda é compatível com a grande maioria dos quadros modernos das gravel bikes.

Na G25 usamos raios trefilados Pillar 2.0-1.8-2.0 para mais resistência e melhor performance aerodinâmica, além disso, os raios com essa qualidade ainda conferem menor peso ao conjunto.

Calce pneus largos em sua gravel com a G25

A G25 é moderna e permite que você escolha a melhor combinação de pneus para sua região e seu perfil, isso pois, traz um aro com uma generosa largura interna.

Você poderá usar com tranquilidade pneus mais estreitos, mas ficará muito bem servido com pneus 36mm e 38mm, e desde que a geometria do seu quadro permita, a G25 foi pensada para calçar pneus até mais largos que 42mm.

As folhas dos aros em alumínio já trazem a largura interna de 25mm, que permitem a melhor acomodação dos pneus e permitindo o uso de pneus mais largos, que garantem para sua gravel mais performance, eficiência e conforto.

Nossa roda para gravel tem um grande diferencial frente a maioria das rodas de alumínio das melhores marcas internacionais. A G25 já traz a largura interna de 25mm, que da ao ciclistas mais grip em curvas e permite mais tração e claro, mais conforto,

completou Fernando

A G25 é tubeless ready, ou seja, já vem pronta para o uso do sistema tubeless, que além de mais tranquilidade e performance, garante mais conforto para a gravel, algo muito desejável numa adventure bike.

Com os consagrados cubos Road Monkeys Session Brasil que trazem ainda rolamentos japoneses de baixo atrito e possibilidade de escolha entre o sistema de fixação dos discos de freio nos padrões center lock e 6 parafusos.

Você poderá encontrar as rodas G25 para gravel bikes nas melhores bike shoppings do país ou através da nossa loja. 

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Com transmissão ao vivo, Avancini compete no Brasil após se tornar líder do ranking mundial

Ciclista fluminense encara, nesta semana, o MTB Festival, primeiro torneio após ter alcançado o topo da classificação internacional
 

Primeiro colocado no ranking mundial de MTB XCO, o ciclista Henrique Avancini quebrou recordes ao Brasil e, pela primeira vez como líder da classificação internacional, compete no País. A partir desta sexta-feira (30), o atleta fluminense e grandes nomes do esporte nacional pedalam em busca do título da segunda edição do MTB Festival, em Mairiporã (SP). De modo especial, o público pode acompanhar todas as emoções ao vivo, pela Red Bull TV, por meio do link redbull.com.br/mtbfest . 

Campeão de etapa da Copa do Mundo e Top 10 do Campeonato Mundial, Henrique Avancini é o atual vencedor brasileiro do Cross Country Olímpico e chega à região metropolitana de São Paulo embalado pelos grandes resultados recentes. Na sexta-feira (30), a partir das 14h (horário de Brasília), ele encara o short track (XCC). No dia seguinte, sábado (31), às 13h30, mira o título da prova de XCO.

“Gostaria muito de ganhar o Brasileiro, porque não sei se em 2021 conseguirei competi-lo, porque será uma semana antes dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Quero muito começar a próxima temporada, se eventualmente eu ainda estiver top 1 do ranking, como campeão brasileiro. Continuar competindo com a bandeira do Brasil no peito tem um valor enorme para mim”

afirma o atleta da Cannondale Factory Racing Team.

Na categoria da elite feminina, Letícia Cândido chega ao MTB Festival como a atual campeã em três modalidades diferentes: além do XCO, a atleta também faturou o short track (XCC) e a maratona (XCM).

“Estou super contente e animada, treinando bastante após as disputas do Mundial e da rodada dupla da Copa do Mundo. Muito ânimo e força”,

comenta a brasileira da Specialized Racing BR.

Outros grandes nomes do ciclismo brasileiro também garantiram presença, como Luiz Henrique Cocuzzi, Raiza Goulão, Alex Malacarne, Giuliana Morgen, Paula Gallan e Guilherme Muller. O público brasileiro poderá acompanhar todas as emoções, a partir desta sexta-feira (30), pela Red Bull TV, por meio do link redbull.com.br/mtbfest . A transmissão contará com narração de Fernando Solano e comentários de Marcelo Frossad (Maminha) e Henrique Andrade, do Pra Quem Pedala. Confira, abaixo, a programação:

Serviço:

Dia 30: XCC feminino, a partir das 13h (horário de Brasília); XCC masculino, a partir das 14h (horário de Brasília)

Dia 31: XCO feminino, a partir das 11h30 (horário de Brasília); XCO masculino, a partir das 13h30 (horário de Brasília)

Transmissão: Ao vivo, pela Red Bull TV, por meio do link redbull.com.br/mtbfest 

Narrador: Fernando Solano

Comentarista: Marcelo Frossad (Maminha) e Henrique Andrade 

MTB Festival – Regras importantes sobre Covid-19

As regras essenciais para a entrada na arena serão válidas para todos, desde os membros do estafe e imprensa, até atletas e seus acompanhantes (limitado a um por competidor). As regras são várias, como:

– uso obrigatório de máscara para transitar na arena;

– obrigatoriedade do exame de PCR para Covid-19 em um período de antecedência de no máximo 120h, ou seja, a partir de cinco dias para o início do evento;

– preenchimento da ficha médica obrigatória no ato da inscrição, seja atleta, acompanhante ou imprensa.

Na entrada do evento, duas barreiras médicas serão montadas, uma para entrega do exame e a segunda para medição de temperatura. Após o encerramento das disputas, apenas três atletas subirão no pódio de cada categoria, para evitar qualquer tipo de aglomeração. Os tradicionais estandes de ativação dos patrocinadores e parceiros, neste ano, não terão montagem na arena.

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MTB Festival: Henrique Avancini e Letícia Cândido chegam em alta para disputa do Campeonato Brasileiro de 2020

Três títulos nacionais estarão em disputa no evento marcado para o Instituto Mairiporã, entre 30 de outubro e 2 de novembro, com destaque para a modalidade olímpica do mountain bike, o XCO

A segunda edição do MTB Festival, entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro, em Mairiporã, na região metropolitana de São Paulo, colocará em jogo três importantes títulos do mountain bike nacional. Além do Cross Country Olímpico (XCO), que é principal modalidade por ser uma disputa inserida nas Olimpíadas desde 1996, haverá ainda as definições dos campeões brasileiros de E-Bike e Short Track (XCC) – o que só aumenta a importância do evento que nasceu no ano passado e já um dos maiores do País no ciclismo.

Atuais campeões nacionais do Cross Country Olímpico (XCO), o fluminense Henrique Avancini, que vive um momento histórico no esporte, e a mineira Letícia Cândido, dona dos três títulos de cross-country, chegam em alta em Mairiporã: o homem e a mulher a serem batidos na disputa que está marcada para o sábado (31/10). Enquanto o feminino larga às 11h30, os homens vão à pista logo em seguida, às 13h30.

Com 14 títulos nacionais no XCO, Henrique Avancini chega ao MTB Festival 2020 no melhor momento da carreira. Apontado por muitos como o maior nome do ciclismo brasileiro em todos os tempos, Avancini atualmente é o número 1 do ranking mundial, após ter feito história na Europa no fim de setembro, quando conquistou, de forma inédita para o Brasil, uma etapa da Copa do Mundo de MTB XCO.

“O primeiro passo após voltar ao Brasil foi de dar uma descansada na cabeça. Consegui trabalhar bem nesta temporada, alcancei um dos objetivos que era vencer uma Copa do Mundo no XCO. Tirei isso do caminho. Gostaria muito de ganhar o Brasileiro, porque não sei se em 2021 conseguirei competi-lo, porque será uma semana antes dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Quero muito começar a próxima temporada, se eventualmente eu ainda estiver top 1 do ranking, como campeão brasileiro. Continuar competindo com a bandeira do Brasil no peito tem um valor enorme para mim, esse toque a mais que demonstre a minha nacionalidade tem um valor enorme”

atleta da Cannondale Factory Racing.

Já na disputa da elite feminina, Letícia Cândido chega ao MTB Festival com o peso de ser atual campeã em três modalidades do mountain bike: além do XCO, ela venceu em 2019 o Short Track e também a Maratona (XCM), disputa essa realizada também na edição de estreia do evento em Mairiporã.

“O Brasileiro é sempre muito desejado. Vou com o coração a mil, expectativas sempre positivas e boas, ainda mais quando você defende a camiseta de campeã brasileira. Estou super contente e animada, treinando bastante após as disputas do Mundial e da rodada dupla da Copa do Mundo. Muito ânimo e força. É uma pista que sobe muito, com dificuldades técnicas naturais e algumas criadas pela organização, para elevar ainda mais o nível, como rock garden e drops. Vou para fazer bastante força, mas curtir o circuito, porque além de duro é também técnico e divertido”

pontua Letícia, atleta da Specialized Racing BR.

Além da  dupla que defende o título nacional no MTB Festival, outros grandes nomes garantiram presença na competição, como Luiz Henrique Cocuzzi, Raiza Goulão, Alex Malacarne, Giuliana Morgen, Paula Gallan e Guilherme Muller.

Inscrições seguem abertas
As inscrições para as quatro modalidades, XCO, XCC, E-Bike e Trail Run, seguem abertas no site do MTB Festival até o dia 23 de outubrohttps://mtbfestival.com.br/. Basta acessá-lo, escolher a competição e clicar para fazer a inscrição. Todas as categorias do evento estão disponíveis nos regulamentos presentes no site.

Gratuidade para categorias de base
Foi pensando em incentivar as categorias de base do ciclismo nacional, que a organização do evento decidiu por ofertar a gratuidade para os ciclistas mais jovens. Assim, os participantes das categorias Júnior, Juvenil e Infanto-Juvenil poderão inscrever-se gratuitamente nas disputas de ciclismo do MTB Festival.  

Regras importantes sobre Covid-19
As regras essenciais para a entrada na arena serão válidas para todos, desde os membros do estafe e imprensa, até atletas e seus acompanhantes (limitado a um por competidor). As regras são várias, como:

– uso obrigatório de máscara para transitar na arena;

– obrigatoriedade do exame de PCR para Covid-19 em um período de antecedência de no máximo 120h, ou seja, a partir de cinco dias para o início do evento;

– preenchimento da ficha médica obrigatória no ato da inscrição, seja atleta, acompanhante ou imprensa.

Na entrada do evento, duas barreiras médicas serão montadas, uma para entrega do exame e a segunda para medição de temperatura. Após o encerramento das disputas, apenas três atletas subirão no pódio de cada categoria, para evitar qualquer tipo de aglomeração. Os tradicionais estandes de ativação dos patrocinadores e parceiros, neste ano, não terão montagem na arena.

O MTB Festival tem patrocínio de Jeep e Caloi.

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Conheça a Savix II, sapatilha da Giro para estrada e compatível com pedais de MTB

Para quem busca mais rendimento e performance no ciclismo e deseja uma sapatilha leve mas com ótimo custo X benefício, a Giro tem uma ótima opção: a Savix II, um dos modelos mais vendidos pela marca no Brasil. Projetada para ciclismo de estrada e pesando menos de 600g o par, ela conta com tecnologia de sobra que a tornam ainda muito versátil, ideal para competições, cicloturismo ou até uso indoor.

Conheça os detalhes da nova Savix II, distribuída de forma exclusiva pela Isapa.

Criada para você ter mais performance

As sapatilhas projetadas para ciclismo geralmente trazem na estrutura atributos que são capazes de melhorar a transferência da força do ciclista aos pedais. É o caso da Giro Savix II.

Para começar, performance tem tudo a ver com o menor peso possível. Nesse quesito, ela surpreende: o par pesa apenas incríveis 590g.

Com design bem limpo, quase minimalista, que dispensa excessos –  o que reflete diretamente no seu peso final – a Savix II possui uma sola de nylon super rígida, desenvolvida exclusivamente para este modelo com a mais moderna tecnologia de materiais.

Sapatilha polivalente

A Savix II possui em seu solado 3 furos para fixação de tacos para estrada e 2 canaletas para fixar tacos de MTB. Caso o ciclista esteja acostumado a utilizar pedais de mountain bike e queira mantê-los na bike de estrada, ou até mesmo para uso em academias, onde o sistema de MTB é o mais comum, esta sapatilha é o modelo ideal.

Detalhes do cabedal e material utilizado

A parte superior da sapatilha Giro Savix II é produzida a partir da combinação de couro sintético com uma tela, que auxilia na ventilação dos pés. Além disso, o próprio couro é microperfurado, contribuindo ainda mais para a ventilação, tão importante para o conforto e saúde dos pés.

Ajuste milimétrico e preciso

Para andar “clipado”, linguajar de quem pedala com sapatilhas, é preciso ter um ajuste e fechamento perfeitos do pé na sapatilha. Por contar com o melhor sistema de ajuste do mundo, o BOA® – utilizada em diversas sapatilhas top de linha -, a Savix II garante essa ajustabilidade de forma simples e eficiente, milimetricamente, através de um botão rotativo localizado na área do peito do pé.

O ajuste fino próximo aos dedos é feito através de um velcro super resistente.

Confortável e higiênica

A Giro se preocupa com os mínimos detalhes quando pensa na experiência de quem pedala. Por isso, a palmilha da sapatilha Savix II é feita em EVA moldado com tratamento antimicrobiano, o sistema AEGIS®. Esse sistema da Giro evita o mau cheiro na sapatilha e a possibilidade de fungos com o uso constante, especialmente para quem tende a transpirar mais.

Ideal para quem busca mais rendimento nas estradas, mas também gosta de encarar outras modalidades, a sapatilha Giro Savix II está disponível no Brasil com um preço sugerido a partir de R$ 839,00.

Outros lançamentos recentes da Giro

Sempre na busca de oferecer soluções a diversos tipos de ciclistas, das mais variadas modalidades de ciclismo, em 2020 a Giro renovou toda a sua linha de sapatilhas para MTB e estrada.

Sapatilha Giro Sector

A sapatilha Giro Sector é a melhor escolha pra quem busca conforto acima da média, segurança, potência e performance no pedal. Com sola de carbono e sistema BOA, garante alto rendimento, seja no MTB ou gravel.

Sapatilha Giro Cadet

A sapatilha Giro Cadet foi desenvolvida para entregar as principais qualidades de um equipamento profissional para ciclismo de estrada a um valor acessível: conforto e durabilidade.

Disponível em versões específicas para os públicos masculino e feminino, a sapatilha é um dos principais lançamentos da linha Giro 2021 e pesa apenas 265 gramas.

Sapatilha Giro Rincon e Cylinder II

Imagina uma sapatilha para MTB e Gravel? Então descubra 2 modelos, como estes dois da Giro lançados este ano. A Rincon foi projetada para ser versátil e polivalente. Pesa apenas 335g, e é uma excelente opção para todo tipo de terreno, pois é um modelo que combina flexibilidade com alta resistência.

Já a Cylinder II é a evolução do modelo anterior: a melhor opção custo benefício quando se busca por um produto tanto para MTB quanto para Gravel. Ela traz uma tecnologia inovadora em termos de construção termo moldada e isso possibilita uma melhor união entre o cabedal e a sola, oferecendo ainda mais conforto.